Business Intelligence

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Business Intelligence é um conjunto de práticas e ferramentas para transformar dados em informações, que possam direcionar os esforços de uma organização para tomada de decisões mais assertivas.

CONFIRA:

Empresas inteligentes devem tomar decisões com base em dados e análises, evitando que intuições e opiniões interfiram em seu rumo. Essa ideia é fundamental para compreender o que é Business Intelligence, competência capaz de transformar a sua organização numa máquina de resultados.

Para discutir conceitos densos como o  Business Intelligence  exemplos são fundamentais. Eles ajudam a entender, na prática, o que configura uma iniciativa de BI e quais vantagens podem ser obtidas a partir do seu uso.

O que é business intelligence

Podemos definir o que é Business Intelligence em poucas palavras:  um conjunto de práticas e ferramentas para transformar dados em informações que possam direcionar os esforços de uma organização.

Ela reunirá as atuais tendências de mercado, comportamento do consumidor, movimentos dos concorrentes e conhecimentos sobre a própria empresa, apresentando as melhores formas de explorar os cenários existentes, aproveitar oportunidades e/ou proteger-se contra riscos.

Embora seja possível utilizar os mecanismos do BI de forma analógica, a crescente quantidade e velocidade com que novos dados circulam torna importante a adoção de tecnologias para automatizar os processos da área.

Na prática, uma iniciativa de Business Intelligence (BI) deve organizar e analisar estes dados para favorecer a tomada de decisão racional, baseada em informações, no cotidiano da empresa.

É importante ter clareza nessa distinção: dados são como os átomos que compõem uma informação. Esta, por sua vez, deve ser fácil de compreender e capaz de apontar uma direção para que os líderes da companhia possam seguir.

Ele se aproveita da grande facilidade para obter estes dados através de plataformas digitais: sites, redes sociais, aplicativos, etc. Através dos “rastros” que os usuários deixam nesses espaços, é possível identificar padrões e compreender seu comportamento atual, além de prever tendências futuras.

As máquinas capazes de gerar relatórios extensos e detalhados também são aliadas do Business Intelligence, mostrando onde possíveis erros estão ocorrendo ou indicando como sua eficiência pode ser melhorada com pequenos ajustes.

POR QUE USAR PROCESSOS DE BI?

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O benefício central do Business Intelligence é reduzir a quantidade de opiniões e “achismos” envolvidos nas decisões da organização, aumentando a confiabilidade das mesmas.

Não importa se a empresa está considerando investir numa startup ou comprar uma nova impressora, o Business Intelligence é uma abordagem que pode ser implementada desde as definições estratégicas, até as operações mais cotidianas.

Além de mais confiáveis, decisões com base em BI também costumam ser mais rápidas: se a informação está corretamente disponibilizada e mostra qual é a ação correta, você não precisa gastar horas em avaliações, basta agir.

Ele também permite uma mensuração mais adequada sobre os efeitos das mudanças que já aconteceram, compartilhando resultados importantes e sugerindo as novas ações que devem ser tomadas a partir dos mesmos.

BI X BIG DATA – DUAS FERRAMENTAS QUE SE COMPLETAM

Big Data é caracterizado por um grande acúmulo de dados, utilizando ferramentas de monitoramento para saber, em tempo real, o que as pessoas estão fazendo nos sites, aplicativos e redes sociais da sua organização, e em outras plataformas relevantes ao negócio.

Um exemplo de como o Big Data pode ser aplicado é a indicação de conteúdos personalizados em plataformas de streaming,  retendo seus usuários por mais tempo. Tais indicações se baseiam em dados coletados toda vez que uma pessoa dá play em qualquer música ou vídeo.

O Big Data pode ser utilizado para dar impulso ao Business Intelligence, fornecendo quantidades massivas de dados – algumas empresas chegam a trabalhar com bilhões de entradas – que podem refinar de modo cada vez mais preciso as informações geradas pelo BI.

As preferências de um consumidor em uma loja como a Amazon, por exemplo, não teriam muita utilidade para direcionar o Business Intelligence da organização. Através do Big Data, no entanto, eles podem coletar dados nas milhões de compras feitas pelo site e identificar padrões que orientarão seus próximos passos.

QUAL A RELAÇÃO ENTRE BUSINESS INTELLIGENCE E BUSINESS ANALYTICS?

Estes dois conceitos costumam aparecer juntos, e possuem alguns fundamentos semelhantes, mas é importante conhecer as suas diferenças para explorar ao máximo o potencial de cada um.

Ambos permitem coletar, visualizar e analisar dados, identificando situações onde o negócio está em risco ou pode aproveitar uma oportunidade.

A principal diferença entre eles está no tempo:

O Business Intelligence permite criar um histórico apontando as mudanças em determinados indicadores, e sinalizando onde está a causa de possíveis problemas, orientando o melhor curso de ação no presente.

O Business Analytics, por sua vez, oferece um modelo de predição e prescrição, utilizando os dados para antecipar os cenários mais prováveis no futuro e indicar o que deve ser feito – hoje e amanhã – para extrair o melhor proveito das mudanças que virão.

COMO APLICAR O BUSINESS INTELLIGENCE NA SUA EMPRESA?

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Existem três elementos que ajudam a explicar o que é Business Intelligence, e são cruciais para o seu sucesso:

DADOS DE QUALIDADE

Os dados devem ter precisão e relevância para o negócio, ou o esforço gasto para obtê-los será desperdiçado. Como regra geral, podemos dizer que quanto menos aproximações e estimativas existirem, maior é a qualidade dos dados obtidos.

Para satisfazer esse critério, boas ferramentas de monitoramento se mostram essenciais.

Um bom exemplo são os programas que “escaneiam” redes sociais para encontrar menções sobre a sua marca – enquanto alguns mostram apenas a quantidade, outros podem indicar se o conteúdo foi positivo, negativo ou neutro, avaliando também as respostas que estes conteúdos receberam.

É fácil notar a diferença na qualidade dos dados obtidos: em um caso, saberemos apenas quantas pessoas estão falando, no outro, saberemos qual é o teor dessa comunicação.

TENHA OBJETIVOS CLAROS

Uma boa análise requer objetivos traçados antecipadamente – eles vão orientar os analistas de Business Intelligence sobre qual a melhor decisão com base nos dados obtidos.

Imagine que a coleta de dados mostra um bom retorno a partir da campanha publicitária mais recente.

Se a empresa está buscando impulsionar o negócio, a resposta mais adequada pode ser uma nova campanha, ainda maior. No entanto, se por algum motivo é preciso cortar custos, talvez seja melhor apontar outro curso de ação.

REALIZE MUDANÇAS A PARTIR DOS RESULTADOS

Com objetivos claros apontando onde se deve chegar, e informações que mostram qual o melhor caminho, resta apenas agir.

Seja ao notar a causa de um problema, perceber a oportunidade para lançar um novo produto ou descobrir um fornecedor mais barato, a organização deve atuar prontamente, antes que o cenário mude – algo que acontece cada vez mais rápido.

Para isso, é fundamental estabelecer um bom alinhamento entre os analistas de BI e os líderes da companhia – estes, por sua vez, devem ter um bom conhecimento sobre o que é Business Intelligence e as suas implicações.

EXEMPLOS DE BUSINESS INTELLIGENCE QUE FORAM UM SUCESSO

A maioria das iniciativas em BI está ligada à inovação de marketing e vendas, já que o comportamento do consumidor é uma fonte inesgotável de dados, mas podemos aplicá-lo em qualquer departamento.

Dois dos exemplos de Business Intelligence abaixo mostram como ele foi usado para melhorar a produção industrial e os processos administrativos de grandes organizações, provando que o  BI é uma ferramenta estratégica  para a condução das empresas.

LANÇAMENTO DO NOVO FIAT UNO

Hoje um dos maiores sucessos na empresa, em 2011 o “novo Uno” parecia uma aposta para quem acompanhou seu lançamento através das propagandas.

No interior da companhia, a realidade era outra: diversas pesquisas de mercado e análises sobre o que os seguidores da FIAT estavam comentando nas redes sociais apontavam a direção correta.

Esse é um exemplo de Business Intelligence fundamental para entender o valor do conceito. Poucas organizações teriam o insight de mudar completamente o design e a comunicação de seu produto mais vendido, mas o BI pode mostrar claramente quando esse é o caminho certo.

A metodologia que deu origem ao novo Uno ainda foi utilizada para novos lançamentos de peso realizados pela marca nos anos seguintes, como o Mobi e o Argo.

SANTANDER: 2, 2 MIL NOVAS CONTAS DE ALTO POTENCIAL

Analisando dados relativos às contas de seus atuais clientes, o Santander traçou um perfil para contas de alto potencial, mantidas por CNPJs que poderiam fechar grandes negócios com o banco.

O perfil foi então cruzado com dados obtidos em diversas fontes externas, identificando um público-alvo que se encaixava na descrição e implementando campanhas segmentadas para atrair esse grupo.

A estratégia ainda ofereceu apoio para as agências mais próximas dos clientes em potencial (informação também obtida pelo BI) e produtos personalizados para cada um, resultando na abertura de 2, 2 mil contas qualificadas, mantidas por varejistas de médio porte.

MICROSOFT: 86% DE CONTATO EFETIVO COM OS LEADS

Um problema comum nas estratégias de marketing digital é manter o contato com seus leads – as pessoas deixam emails para receber um bônus ou se tornam seguidoras nas redes sociais, mas nunca interagem com a marca.

A Microsoft utilizou o Business Intelligence para reverter esse quadro, alcançando em apenas 3 meses números como 86% de contato efetivo com seus leads, 77% de aderência (pessoas que continuaram interagindo) e 18% de conversão em uma de suas unidades, que foi responsável por testar a metodologia.

O processo foi semelhante ao utilizado pelo Santander, criando um perfil de cliente que passou a ser o alvo da empresa no mercado. Esse modelo permite uma abordagem mais eficiente, evitando que seus times de marketing e vendas percam tempo em leads com poucas chances de se tornar clientes.

AVON BRASIL

Com mais de um milhão de revendedoras ativas e cem mil pedidos diários no Brasil, a Avon possui uma das maiores bases de dados entre as empresas que operam no país. A falta de uma estrutura de BI sólida, no entanto, impedia a transformação desses números em informações objetivas.

As fontes eram muitas vezes conflitantes, e as decisões eram tomadas com base apenas na experiência dos gestores. Como em qualquer grande organização, eles acertavam em muitos casos, mas perdiam oportunidades em alguns outros.

Num projeto que levou 18 meses, a Avon construiu mecanismos que permitiram avaliar, entre outras questões, o desempenho detalhado de todas as campanhas realizadas pela empresa – 19 por ano.

Agora a empresa é capaz de identificar quais produtos e revendedoras possuem o melhor resultado em cada época do ano, investindo com base nos dados para potencializar o que está dando certo e corrigir os pontos fracos da operação.

TOYOTA ESTADOS UNIDOS

O problema enfrentado pela Toyota não era de marketing, mas de gerenciamento. A empresa gerava diversos relatórios internos que, em grande medida, não estavam servindo para muita coisa – muitos dados eram conflitantes ou inexatos, e faltava um sistema para lidar com os de boa qualidade.

A companhia, conhecida por sua dedicação à melhoria constante, viu no Business Intelligence a solução para essas questões. Foi construída uma estrutura completa, com um data warehouse para organizar dados recentes e antigos, além de ferramentas para otimizar desde a obtenção até a análise desses dados, a maioria deles em tempo real.

Aperfeiçoando os fluxos de trabalho dos colaboradores e a utilização das máquinas, a Toyota reduziu os custos de fabricação e obteve um retorno sobre o investimento em BI estimado na faixa dos 500%.

GASMIG

Enfrentando um desafio semelhante ao da Toyota, com o gerenciamento de seus relatórios, a Companhia de Gás de Minas Gerais (GASMIG) perdia oportunidades de negócio e produtividade interna por pura falta de informação.

Com um exemplo de Business Intelligence aplicado à gestão, os relatórios ganharam maior qualidade e interação – ao invés de números dispersos numa tela, eles passaram a comunicar algo.

O resultado foi um crescimento acentuado na carteira de clientes, redução de custos operacionais e ganho de produtividade e autonomia entre os colaboradores, benefícios comuns nas empresas que adotam uma estratégia de decisão Data Driven.

9 LIVROS SOBRE BUSINESS INTELLIGENCE QUE VOCÊ PRECISA LER

1. BI2 – BUSINESS INTELLIGENCE: MODELAGEM E QUALIDADE

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Com um enfoque nas questões tecnológicas do Business Intelligence, essa é uma leitura essencial para quem estará em contato direto com a estrutura que vai transformar dados em informações.

Esse é um elemento crucial, onde muitas organizações fracassam – elas acumulam grandes quantias de dados mas não têm as ferramentas certas para que eles possam ser utilizados nas decisões.

Bi2 é como um guia para montar os sistemas que farão esse trabalho, e por isso abre a nossa lista de Livros sobre Business Intelligence. Também merece destaque por ser uma das poucas obras nacionais bem avaliadas no setor, oferecendo uma perspectiva mais ligada à realidade brasileira, sem perder de vista os avanços globais.

2. BUSINESS INTELLIGENCE – ENFOQUE GERENCIAL PARA A INTELIGÊNCIA DO NEGÓCIO

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Combinando a análise entre as ferramentas e os conceitos de Business Intelligence, este livro discute todas as informações básicas para que você possa entender melhor os fundamentos dessa prática.

Por seu Enfoque Gerencial, a obra oferece uma visão mais detalhada acerca do que fazer depois que implementar as ferramentas, etapa fundamental que outros livros sobre Business Intelligence não costumam abordar.

3. AFINAL, O QUE É BUSINESS INTELLIGENCE?

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Se você caiu de paraquedas em nossa lista de livros sobre Business Intelligence, mas ainda não sabe exatamente do que ele se trata, esta é a leitura ideal para aprender.

Afinal, o que é Business Intelligence? vai direto ao ponto, discutindo os elementos que permitiram a existência dessa prática e quais benefícios ela oferece para as organizações.

Você irá entender quais as necessidades enfrentadas por sua empresa nos cenários onde as concorrentes já estão usando o BI para ganhar vantagem, seja na gestão de um micro-empreendimento ou de uma grande companhia.

4. BUSINESS INTELLIGENCE GUIDEBOOK: FROM DATA INTEGRATION TO ANALYTICS

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Dos conceitos à arquitetura para o gerenciamento de dados,  Business Intelligence Guidebook cobre todos os aspectos para quem não sabe muito sobre BI, mas deseja se tornar um especialista na área.

O livro também dá muita atenção às ferramentas usadas nesse processo, e merece o título de guia, pois ensinará você a planejar, executar e aprimorar um processo de Business Intelligence adequado à sua organização.

Com mais de 500 páginas carregadas de informação, este é um livro sobre Business Intelligence para manter na sua mesa, e consultar sempre que surgir uma dúvida ou problema.

5. SUCCESSFUL BUSINESS INTELLIGENCE, SECOND EDITION: UNLOCK THE VALUE OF BI & BIG DATA

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Mais voltado às estratégias de negócios utilizando BI do que aos elementos técnicos do setor, Successful Business Intelligence analisa as melhores práticas de organizações que obtiveram sucesso na área.

O livro demonstra que a implementação do BI não deve seguir uma receita pronta, e cada empresa deve ajustar os ensinamentos dos manuais à sua própria realidade e objetivos, oferecendo ainda diversos exemplos nos quais você pode se inspirar.

6. BIG DATA IN PRACTICE: HOW 45 SUCCESSFUL COMPANIES USED BIG DATA ANALYTICS TO DELIVER EXTRAORDINARY RESULTS

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Seguindo na linha dos exemplos reais, o livro vai direto ao ponto, com 45 histórias que mostram como o BI pode ser implementado nas mais diversas indústrias. Ele descreve os problemas que cada organização precisava resolver, quais dados foram obtidos para isso e como as peças se encaixaram para formar uma solução.

Successful Business Intelligence e Big Data in Practice são dois livros sobre Business Intelligence fundamentais para quem já reconhece o poder da prática, mas gostaria de saber como suas aplicações podem ir além do marketing.

7. BUSINESS INTELLIGENCE – DA INFORMAÇÃO AO CONHECIMENTO

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Um dos poucos livros sobre Business Intelligence em português a aparecer nas listas internacionais discute a questão mais importante do BI, pondo onde muitas empresas falham e perdem seus investimentos: transformar quantidades massivas de números em conhecimento útil e aplicável.

O Business Intelligence não serve para ter planilhas carregadas de dados, mas para tomar decisões fundamentadas na realidade, minimizando os erros causados por achismos. Descubra como percorrer o caminho entre os dois cenários – da informação ao conhecimento.

8. HYPER: CHANGING THE WAY YOU THINK ABOUT, PLAN, AND EXECUTE BUSINESS INTELLIGENCE FOR REAL RESULTS, REAL FAST!

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Acumulando três décadas de informação sobre Business Intelligence,  Hyper é uma análise sobre o que dá resultados: como traçar um plano de BI capaz de fortalecer a sua empresa, e obter os dados necessários para isso.

O livro é focado em um dos maiores benefícios do BI, a velocidade, e mostra como agir rapidamente, percorrendo planejamento, ação, análise e melhorias para gerar resultado enquanto outras organizações ainda estão decidindo por onde começar.

9. BUSINESS INTELLIGENCE IN PLAIN LANGUAGE: A PRACTICAL GUIDE TO DATA MINING AND BUSINESS ANALYTICS

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Amarrando tudo que vimos até aqui,  Business Intelligence in Plain Language apresenta um manual com os principais conceitos da área, e qual a importância de cada um para a estratégia geral de BI e os negócios que decidem implementá-la.

É um bom ponto de partida para quem já tentou ler outros livros sobre Business Intelligence, e acabou se perdendo em meio aos termos incomuns da área.

Conclusão

Empresas que realizam mudanças com base em Business Intelligence são empresas que inovam, e para ter controle absoluto sobre esse processo você pode utilizar uma ferramenta como o AEVO Innovate, software de gestão da inovação capaz de transformar informações em projetos, e conduzir a sua execução.

Ele garante que os seus esforços de Business Intelligence possam criar resultados, promovendo um ciclo de aperfeiçoamento constante e criando uma organização cada vez mais lucrativa.

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