Como fazer controle de metas? Ferramentas e boas práticas

O controle de metas consiste em utilizar uma ferramenta de dados que nos permite acompanhar os indicadores, mostrando, parcialmente, o andamento das metas. Quando existe um planejamento estratégico, aliado ao acompanhamento das metas, as chances de alcançar os objetivos tornam-se bem maiores.

O controle de metas consiste em utilizar uma ferramenta de dados que nos permite acompanhar os indicadores, mostrando, parcialmente, o andamento das metas.

De maneira simples, metodologias e softwares usados nesse controle auxiliam na centralidade das informações importantes para o negócio, facilitando fazer ajustes, atualizações e revisões das metas sempre que necessário.

O que é controle de metas?

O controle de metas é uma prática importantíssima para qualquer empresa que visa ter uma progressão constante de crescimento. Quando existe um planejamento estratégico, aliado ao acompanhamento das metas, as chances de alcançar os objetivos tornam-se bem maiores.

Esse processo consiste em definir, monitorar e avaliar o progresso da empresa, equipe ou colaborador, em relação aos objetivos estratégicos.

Ele envolve a definição de metas claras, a identificação dos indicadores de desempenho mais adequados e o acompanhamento regular dos movimentos. Dessa forma, podemos manter a estratégia e as ações na direção correta para alcançar os resultados desejados.

Importância do controle de metas

O controle de metas é crucial para o desenvolvimento de uma empresa, trazendo uma série de benefícios como:

  • Facilita a alocação de recursos e esforços de maneira mais eficiente;
  • Permite avaliar o progresso e tomar ações corretivas, se necessário;
  • Melhora a tomada de decisões baseada em dados concretos;
  • Auxilia a encontrar desperdícios e/ou obstáculos de maneira mais rápida, permitindo ajustar ou, até mesmo, antecipar e evitar possíveis erros;
  • Promove a transparência e a responsabilidade de todas as partes envolvidas, por meio de uma relação clara entre ações e resultados;
  • Aponta os esforços na direção correta, evitando que profissionais, ferramentas e capital sejam aplicados em ações que não geram retorno;
  • Facilita o alinhamento entre os departamentos e equipes, fazendo com que todos trabalhem em direção a metas comuns;
  • Isso aumenta a motivação e o engajamento, conforme os profissionais percebem sua contribuição para a empresa e para os colegas.

Como fazer o controle de metas

Na prática, você pode seguir estes oito passos para garantir um controle de metas eficiente.

1 – Realize um diagnóstico da empresa

O ponto de partida é compreender a real situação da organização. Uma dica é buscar realizar um mapeamento dos setores que estarão presentes no planejamento estratégico e, se for o caso, de toda a empresa.

Isso nos ajudava a ter uma visão mais ampla sobre os diversos aspectos que formam a companhia e compreender a sua dinâmica.

O objetivo dessa etapa é salientar os problemas e as oportunidades presentes na empresa, permitindo que os gestores possam tomar decisões mais assertivas na construção do planejamento.

Na etapa do mapeamento da empresa, devemos buscar o máximo de informações possíveis sobre os setores da organização, e as suas atividades. Alguns métodos nos ajudam a fazer a coleta de dados, como entrevistas, relatórios e observação de campo.

Feito isso, já podemos ir para a segunda parte do diagnóstico, a interpretação dos dados.

A finalidade é simples, partir dos dados coletados para encontrar os desafios e as oportunidades. Nesse sentido, não basta apenas notar os problemas, precisamos também entender as suas causas.

Por fim, com todas as informações coletadas e interpretadas, é hora de traçar um mapeamento que considere as formas de otimizar as oportunidades e pensar em soluções que possam eliminar os obstáculos atuais do negócio.

2 – Defina as metas, indicadores e prazos

Os indicadores determinam objetivamente quais pontos atingimos no progresso dos elementos avaliados, traçando uma série histórica da evolução ao longo do tempo. É uma forma de saber quando estamos na direção correta, saímos do percurso ou já chegamos ao destino.

Toda meta deve contar com indicadores claros, que tragam especificidade e uma forma de mensuração dos resultados. Indo além, ela também precisa ser alcançável, relevante, e pensada dentro de um limite temporal, respeitando os cinco elementos da Metodologia SMART.

A finalidade desta metodologia é perceber se a meta tem valor para a empresa e pode ser alcançada, ou é apenas um desejo sem base real. Se for o caso, podemos fazer ajustes para adequar a meta, traçar uma nova direção, ou pensar em passos intermediários para alcançá-la.

Uma meta que segue este padrão é muito mais eficaz, além de motivadora para os colaboradores da empresa, pois representa um desafio real e alcançável com claras implicações para o negócio.

3 – Envolva a equipe e defina os responsáveis pelas metas

Apesar da empresa ter setores e níveis hierárquicos, precisamos compreendê-la como um organismo unificado onde as partes formam o todo.

Por essa razão, o controle de metas não deve ser um trabalho individual ou restrito às lideranças – todos os colaboradores da empresa podem estar integrados e comprometidos com o monitoramento dos índices.

Ao estimular o envolvimento da equipe com o processo de monitoramento, existe mais comprometimento com os resultados, afinal cada um percebe a relação entre seus esforços e os retornos obtidos.

Podemos estabelecer momentos específicos para compartilhar as informações. Em um dia a cada semana, ou do mês, por exemplo, os responsáveis trazem seus dados e pontuam quais ações mais contribuíram para esses números.

Esse acompanhamento frequente permite saber com precisão onde temos que depositar mais energias e quais pontos precisam de melhorias.

4 – Escolha uma ferramenta para a gestão das metas

Mais que uma lista de tarefas, o controle das metas numa empresa atualizada requer ferramentas inteligentes que potencializam o trabalho da gestão.

Um software com essa finalidade automatiza e até mesmo otimiza diversos processos, liberando o tempo que seria gasto com funções burocráticas e sintetizando dados que poderiam escapar das análises feitas a olho nu.

Ele também centraliza todos os dados e informações em tempo real, contribuindo para o engajamento da equipe ao mostrar como os números estão se atualizando.

A empresa também terá um monitoramento mais efetivo do seu progresso, clareza sobre o caminho e identificar as particularidades de cada setor no progresso dos resultados.

5 – Defina os ciclos de análise das metas

É importante estabelecer momentos específicos para realizar a análise das metas na rotina da equipe. Os ciclos podem ser mistos, combinando análises rápidas a cada semana e um diagnóstico mais cuidadoso de forma trimestral ou anual, por exemplo.

Este monitoramento nos ajuda a manter a equipe motivada e o controle de metas assertivo, evitando contratempos que prejudiquem os resultados.

Além disso, permite que os gestores e colaboradores tenham conhecimento constante sobre o que precisa ser melhorado e quais os pontos positivos.

Dar atenção aos ciclos é ainda mais necessário com as mudanças constantes nos cenários, seja por novas tecnologias, desejos do consumidor ou decisões governamentais que afetam a economia. Elas põem a empresa num território instável, e exige um mapeamento que se mantenha atualizado.

6 – Dê feedbacks aos envolvidos

Manter essa prática contribui para:

  • Melhorar o desempenho e as habilidades dos profissionais;
  • Fomentar a comunicação e o diálogo aberto entre gestores e colaboradores;
  • Fortalecer a confiança e a segurança dos colaboradores na equipe;
  • Promover o crescimento e o desenvolvimento dos envolvidos;
  • Auxilia na resolução de problemas e na prevenção de futuras questões.

A disposição dos dados numa plataforma de gestão contribui para os feedbacks, mas é interessante que a gestão se aprofunde nessa área e ofereça um retorno mais detalhado, tanto nos erros quanto nos acertos dos profissionais.

A troca de feedbacks também pode ocorrer na direção oposta, conforme os colaboradores apontam e discutem sugestões para alcançar as metas pelas quais são responsáveis.

7 – Faça alinhamentos quando necessário

Uma das finalidades de realizar alinhamentos é garantir que todas as metas ainda façam sentido para o momento presente da empresa, dos colaboradores e do mercado; e quando necessário, fazer ajustes e alterações.

Isso pode acontecer quando percebemos que podemos superar as metas estabelecidas anteriormente, ou existe uma mudança no cenário da empresa – seja interno ou externo.

O alinhamento é o que transforma nosso planejamento inicial em um motor que irá conduzir a empresa para o sucesso, e não uma âncora prendendo nossos esforços às decisões do passado.

8 – Tenha planos de ação

Depois de traçar o diagnóstico da empresa, estabelecer as metas e indicadores, é preciso desenvolver um plano de ação, ou planejamento estratégico. Este é o processo de identificar as oportunidades, desenvolver projetos e definir as ações para atingir os objetivos esperados.

Neste plano de ação vamos estabelecer o que deve ser realizado, por quem e como deve ser feito.

Vale destacar que, cada empresa apresenta uma realidade diferente. Sendo assim, o planejamento estratégico pode ser desenvolvido de acordo com a necessidade da organização e da sua equipe.

Conclusão

O controle de metas é essencial para qualquer empresa que visa manter a competitividade e obter resultados, dentro de um planejamento cuidadoso. As suas funções são amplas e podem auxiliar no estabelecimento e na concretização de metas realistas.

Esse processo ganha agilidade ao contar com ferramentas centralizada para acompanhar os dados, gerar relatórios e manter a comunicação entre os envolvidos; recursos presentes no software de gestão estratégica com OKRs do AEVO.

Adotar uma plataforma como essa permite que o seu controle de metas vá além de uma função burocrática, e se torne o pilar na estratégia da empresa.

Descubra como fazer isso na sua organização, solicitando uma demonstração gratuita da ferramenta.

Livia Nonato

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), atua na área de marketing, content e SEO há quatro anos, tendo como principal foco a otimização para mecanismos de busca, gestão e crescimento dos canais de aquisição orgânico, performance e growth. Experiência e conhecimento em SEO para empresas B2B e produtos complexos. Atualmente, é analista de SEO na AEVO e aborda temáticas de inovação e tecnologia como redatora do blog AEVO.

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