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Era da Inteligência Artificial (IA): avanços e desafios

Hoje, a era da inteligência artificial é uma plena realidade, e as diferentes ferramentas com essa tecnologia se tornaram parte do ambiente corporativo e da vida das pessoas.

O conceito de inteligência artificial surgiu ainda na década de 1940, onde alguns pesquisadores desenvolveram os primeiros modelos computacionais de redes neurais. No entanto, somente na década seguinte, nomes como Alan Turing, considerado o pai da computação, deram início ao que passou a se chamar inteligência artificial.

Pode até parecer curioso que algo tão presente na rotina de pessoas e empresas atualmente, tenha se originado há quase um século, não é? Afinal, hoje, inteligência artificial e trabalho são praticamente sinônimos em diferentes áreas, desde a produção industrial, até processos corporativos com foco em eficiência e inovação.

Mas o que significa dizer que estamos na era da inteligência artificial? Como as empresas podem usufruir deste momento tão particular na história da humanidade, sem se perder em decisões no calor do momento? É o que você confere neste artigo, acompanhe a leitura.

O que é a era da inteligência artificial? 

Há pouco tempo, era comum encontrarmos pessoas falando sobre o futuro da inteligência artificial em círculos específicos. Hoje, a era da inteligência artificial é uma plena realidade, e as diferentes ferramentas com essa tecnologia se tornaram parte do ambiente corporativo e da vida das pessoas.

O conceito do que viria a se tornar inteligência artificial surgiu ainda em meados da década de 1940, com gênios da computação evoluindo seus sistemas nos anos seguintes.

De forma resumida, podemos definir uma inteligência artificial como um sistema de alto desempenho, que busca ‘copiar’ uma atividade, geralmente cognitiva, de um humano ou ser biológico.

Mas não é só isso. A capacidade de processar esses dados e obter ‘respostas’ quase que em tempo real é o que torna as inteligências artificiais tão surpreendentes.

Hoje, a ideia de que uma IA pode alcançar um padrão de processamento similar ao cérebro humano vem sendo derrubada, ao mesmo tempo que as aplicações desses sistemas se ampliam. Para entender melhor, precisamos diferenciar alguns conceitos: 

  • Inteligência Artificial é todo sistema capaz de agir de forma parecida com um ser humano ou biológico, a partir de um ou mais comportamentos selecionados;
  • Machine learning: como o nome sugere, é a capacidade das máquinas de aprenderem a partir de uma base de dados, executando tratativas de acordo com diretrizes prévias (algoritmos);
  • Deep learning: por fim, o deep learning é um desdobramento do machine learning, que não faz necessário o processamento prévio de informações, conseguindo atingir resultados com maior complexidade.
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Inteligência artificial para empresas: saiba quais os usos

Avanços tecnológicos que marcam a era da Inteligência Artificial

É inegável o enorme impacto da IA na sociedade, considerando principalmente o curto período de tempo em que as mudanças estão ocorrendo.

Por mais que o conceito de inteligência artificial seja antigo, é a sua aplicabilidade em diferentes contextos que está possibilitando tamanha visibilidade e transformações profundas na forma como os humanos lidam com a tecnologia, e como a própria tecnologia passa a lidar com si mesma.

Processamento de linguagem natural (NLP)

Sem dúvida, um dos maiores avanços nessa era da inteligência artificial é o NLP, ou processamento de linguagem natural.

Em outras palavras, trata-se de permitir que essas inteligências entendam a forma como o ser humano conversa, de maneira escrita ou oral. Isso faz com que modelos preditivos se tornem mais eficientes, algo visível na IA generativa, como o ChatGPT.

Visão computacional e robótica

É o segmento dessa tecnologia que permite que as máquinas ‘enxerguem’ como os humanos, adicionando uma camada a mais de interação com o mundo.

Sistemas inteligentes de câmeras, sensores e outros componentes se combinam aqui, fazendo com que máquinas identifiquem trajetos, objetos e até mesmo pessoas, para os mais variados usos.

Automação e aprendizado de máquina aplicado

Falar sobre a era da inteligência artificial só é possível, porque ela de fato está sendo aplicada.

Indústrias inteiras estão automatizando seus processos, que vão desde o funcionamento de linhas de produção até tratamento de grandes bancos de dados para identificar gargalos e priorizar a melhoria contínua.

Oportunidades da inteligência artificial

Por mais que muitas empresas já utilizem inteligências artificiais, os reais benefícios e suas oportunidades ainda são um caminho em pesquisa.

Fica claro que a redução de custos e o aumento de capacidade produtiva são destaque, mas os efeitos disso em outros setores ainda podem resultar em usos inesperados dessas ferramentas por novos mercados.

Transformação de negócios e produtividade

Esse movimento impacta diretamente a lógica de muitos negócios, em especial aqueles que medem desempenho por produtividade.

A era da inteligência artificial está permitindo que muitas empresas atuem em maior escala, ao mesmo tempo que direcionam recursos para áreas mais estratégicas, muitas delas ainda em tecnologia.

Serviços públicos mais inteligentes

Totens de autoatendimento, integração com bancos de dados, serviços executados em tempo real. Essas são apenas algumas das muitas vantagens que os serviços públicos recebem com a aplicação de inteligências artificiais.

A questão do uso de dados sensíveis e investimentos em maior segurança digital surge como uma preocupação, mas sem dúvida o setor usufrui de uma estrutura de serviços mais inteligentes.

Inovação em saúde, educação e sustentabilidade

Um dos principais aspectos que impacta nos avanços tecnológicos aplicados à saúde, educação e sustentabilidade ainda é o custo.

A era da inteligência artificial possibilita que esses setores sejam contemplados com a digitalização de serviços, democratizando o acesso à tecnologias e escalonando novas aplicações em cada contexto.

IA aplicada a inovação

Uma vez que a era da inteligência artificial está resultando em tarefas repetitivas automatizadas, as empresas conseguem olhar para um aspecto mais estratégico.

Com isso, a inovação se torna facilitada, com projetos estruturados de forma mais técnica, fazendo uso de ferramentas de IA para atingir objetivos mais robustos.

O papel do Brasil na era da Inteligência Artificial

Felizmente, a inteligência artificial no Brasil já está em um patamar evoluído. O que antes era algo apenas ‘do futuro’, agora já faz parte do dia a dia de empresas e profissionais em diferentes setores.

Levantamentos indicam que mais de 70% dos brasileiros já fazem uso de algum tipo de inteligência artificial no último ano (Estúdio Talk Inc).

Oportunidades econômicas e sociais

Falar da era da inteligência artificial é entender em qual nível essas tecnologias estão aprofundadas na vida das pessoas.

Muitos empregos têm sido ameaçados com a chegada dessas ferramentas, e é papel do Brasil identificar formas de contornar os efeitos negativos desse movimento, propiciando desenvolvimento econômico e social para as áreas mais afetadas.

As barreiras de regulação, capacitação e desigualdade de acesso

Marco Civil da Internet, LGPD são apenas algumas das muitas conquistas relacionadas aos direitos e deveres dos cidadãos em relação às plataformas digitais no Brasil nos últimos anos. Mas ainda não existe um consenso sobre ética e regulação da IA, ainda mais no contexto onde as redes sociais e Big Techs podem ser regulamentadas no futuro próximo.

É fato que a inteligência artificial já é uma realidade, portanto ambas as frentes públicas e privadas precisam dialogar sobre pautas como capacitação tecnológica, desigualdade de acesso e práticas derivadas.

Empresas precisam de profissionais qualificados, enquanto governos precisam garantir que essa não seja uma sentença de fim dos tempos para muitas camadas sociais.

Continue aprendendo: 10 práticas inovadoras nas empresas para gerar resultados

Liderança empresarial e governamental

Enquanto a liderança na era digital não se restringe a empresários ou governos, o diálogo entre as duas frentes deve ser constante.

Governos não podem abrir mão da sua soberania para atender demandas de mercado de interesse exclusivo das corporações. Mas ainda sim, a presença desses setores representa um desenvolvimento econômico e tecnológico que não pode ser ignorado.

O fator humano: capacitação e educação para a IA

Já é possível encontrar cargos com remuneração que variam entre 20 e 30 mil reais por mês, que demandam conhecimentos aprofundados e estratégicos em inteligência artificial. Essas tecnologias não vão substituir os humanos, mas exigem novas formas de conhecimento, que estão sendo extremamente valorizadas. 

A importância da alfabetização digital

Por um lado, profissionais altamente técnicos estão tendo oportunidades grandiosas de mercado, mas ainda é preciso considerar o contexto macro.

As pessoas (clientes, profissionais de empresas, o público em geral), sabem usar e reconhecem o valor dessas ferramentas? Elas já fazem parte da rotina de muitos, mas ainda podem afastar um grande número de usuários, justamente pelo desconhecimento.

Desenvolvimento de competências críticas e criativas

Da mesma forma que profissionais com aprofundamento técnico e habilidades com dados estão recebendo muita oferta de mercado, isso tende a acontecer com quem domina habilidades criativas e críticas.

Uma inteligência artificial consegue entregar uma arte para uma campanha digital, mas dificilmente vai conseguir atingir um nível lapidado que só é possível pelo fator humano.

O futuro da inteligência artificial

Por enquanto, estamos vendo um boom da IA generativa, encabeçado principalmente pelo ChatGPT nos usuários convencionais, e do Claude no universo corporativo.

Além disso, a evolução dos supercomputadores, que já alertam para questões de cibersegurança a nível global, também é um dos próximos passos da IA que devem se destacar nos próximos meses.

Enquanto tudo isso se desenvolve, governos reavaliam modelos econômicos e formas de regulação, empresas reestruturam suas atuações para competir no mercado, e pessoas buscam formas de acompanhar as novidades que abraçam a sociedade.

A curto e médio prazo, discute-se como o trabalho vai ser moldado pela era da inteligência artificial, se extinguindo profissões ou gerando novas.

Já a longo prazo, o foco está em como esses novos modelos econômicos vão equilibrar aspectos humanos e tecnológicos, em meio às crises climáticas, instabilidades econômicas e a busca por inovação sustentável.

As possibilidades estão dadas, mas nem mesmo a IA mais poderosa tem como prever como tudo isso pode se combinar no futuro mais próximo.

Conclusão

A era da Inteligência Artificial representa um marco decisivo na forma como as organizações operam, tomam decisões e constroem vantagens competitivas.

Mais do que uma tendência tecnológica, a IA se consolida como um pilar estratégico para empresas que buscam eficiência, escalabilidade e maior capacidade de adaptação em um cenário de constantes transformações.

Nesse contexto, a inovação deixa de ser uma iniciativa pontual e passa a assumir um papel estruturante, orientando a integração inteligente de dados, tecnologia e pessoas.

Organizações que compreendem essa dinâmica e investem de forma contínua em inovação estão mais preparadas para antecipar movimentos do mercado, gerar valor sustentável e se manter relevantes no longo prazo.

A Inteligência Artificial, quando aplicada com propósito e estratégia, torna-se um catalisador essencial para transformar desafios em oportunidades e impulsionar o futuro dos negócios.

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A AEVO é uma plataforma completa de Gestão da Inovação, que permite que as empresas desenhem, acompanhem e implementem ideias que mexem com os ponteiros do negócio.

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Livia Nonato

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), atua na área de marketing, content e SEO há quatro anos, tendo como principal foco a otimização para mecanismos de busca, gestão e crescimento dos canais de aquisição orgânico, performance e growth. Experiência e conhecimento em SEO para empresas B2B e produtos complexos. Atualmente, é analista de SEO na AEVO e aborda temáticas de inovação e tecnologia como redatora do blog AEVO.

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Livia Nonato

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), atua na área de marketing, content e SEO há quatro anos, tendo como principal foco a otimização para mecanismos de busca, gestão e crescimento dos canais de aquisição orgânico, performance e growth. Experiência e conhecimento em SEO para empresas B2B e produtos complexos. Atualmente, é analista de SEO na AEVO e aborda temáticas de inovação e tecnologia como redatora do blog AEVO.

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