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Como fazer o mapeamento de ideias de forma eficaz

O mapeamento de ideias é uma ferramenta de representação expositiva e visual, que cria uma estrutura onde podemos organizar as sugestões coletadas para um projeto, um departamento ou até mesmo para toda a empresa.

Quando a sua empresa incentiva a inovação entre os profissionais, pode receber centenas ou milhares de propostas e ideias para lidar com as questões mais variadas. Para auxiliar nesse processo, é muito importante que os gestores saibam como fazer um mapeamento de ideias na organização.

Analisar tantas sugestões, definir quais tem potencial e quais serão as prioridades na hora de receber os recursos, pode ser muito desafiador.

Por isso, muitas companhias procuram ferramentas que deem agilidade para esse trabalho tão importante para inovação e crescimento de uma empresa.

Para não acabar perdendo boas ideias e conseguir entregar o feedback esperado pelos colaboradores relativo aos projetos e iniciativas sugeridas, é importante contar com um mapeamento de ideias e, até mesmo, um programa de gestão de ideias.

Com um mapeamento de ideias estratégico, você organiza e permite uma interação mais assertiva com as propostas dos seus colaboradores. Continue a leitura e saiba mais.

O que é um mapeamento de ideias?

O mapeamento de ideias é uma ferramenta de representação expositiva e visual, que cria uma estrutura onde podemos organizar as sugestões coletadas para um projeto, um departamento ou até mesmo para toda a empresa.

Apesar de ter um alto impacto, o uso desse recurso é simples, e sua forma mais básica costuma ser um quadro branco onde as possibilidades são anotadas.

Mas, claro, com a tecnologia também surgiram ferramentas de gestão que permitem otimizar o mapeamento de ideias, como é o caso do AEVO Innovate.

Ele permite que novas ideias sejam adicionadas a qualquer momento e de qualquer lugar, além de oferecer ferramentas complementares como a interação e complementariedade por outros colaboradores em suas ideias – em um modelo de feed bastante intuitivo.

Além da entrega de feedbacks e a condução dos projetos implementados a partir dessas ideias.

No AEVO Innovate, uma companhia pode estruturar todo seu Programa de Ideias, garantindo o engajamento dos colaboradores que farão surgir projetos inovativos, com a possibilidade de implementar a gamificação e um sistema de recompensas para toda a equipe.

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Por que mapear ideias em empresas?

Você provavelmente já sabe o que acontece quando o mapeamento de ideias não é feito: alguém traz uma ótima ideia, ela é discutida, aperfeiçoada, e alguns dias depois ninguém consegue lembrar exatamente o que foi definido.

Falta um detalhe, um número, uma segunda ideia que reforçaria a primeira, e com isso a força do projeto se perde.

A equipe fica com aquela sensação tão conhecida de que a ideia está bem ali, na ponta da língua, mas já não pode mais ser alcançada.

Isso faz com que a empresa perca tempo na solução de um problema, ou deixe de explorar uma oportunidade.

Quando somamos o impacto de algumas ideias esquecidas ou engavetadas, vemos que uma fatia considerável dos resultados que a organização poderia ter alcançado simplesmente não está lá.

Conforme arranjamos as propostas em um mapeamento de ideias, caminhamos na direção oposta.

Evitamos a perda de informações e facilitamos a análise das sugestões, comparando seu potencial, categorizando-as em grupos ou atribuindo responsáveis para as tarefas, por exemplo.

Em poucas palavras, a empresa se torna mais eficiente, eliminando “vazamentos” no fluxo que leva as ideias da concepção aos resultados.

Como fazer o mapeamento de ideias corretamente

A melhor forma de estruturar o mapeamento de ideias, e aproveitar os seus benefícios, é inserindo essa ferramenta numa iniciativa mais ampla – que permita coletar, organizar e implementar as sugestões dos colaboradores.

Como mencionado, é possível adotar um sistema como o Programa de Ideias, modelo utilizado pela AEVO para estimular a inovação tanto de forma interna quanto entre nossos parceiros.

Ele parte da cultura da organização para criar abordagens únicas, que estimulem a quantidade e qualidade das propostas em cada ambiente.

Para ter sucesso com um mapeamento de ideias dentro desse modelo, devemos começar respondendo algumas questões:

Qual o objetivo?

Estamos coletando ideias para resolver um problema específico, listando oportunidades não exploradas, criando um banco de sugestões para a organização? São propostas para uma equipe, um departamento, a organização inteira?

Definir esse escopo logo no início faz com que os participantes tragam ideias mais precisas, alinhadas ao objetivo que cada programa (ou cada parte de um programa maior) está buscando.

Quem participa?

Ter mais pessoas contribuindo tende a ser positivo, mas é preciso encontrar um ponto de equilíbrio para que o mapeamento de ideias não se torne caótico.

Na maioria dos casos, o ideal é consultar todas as pessoas que tenham algum envolvimento com o objetivo, não importa qual seja o nível hierárquico ou o poder de influência que elas tenham na empresa.

A depender da situação, também pode ser importante montar um squad, uma equipe com profissionais de diversos setores que trarão contribuições únicas para a meta em questão.

Como as ideias serão escolhidas?

Idealmente, o programa de ideias já deve ser concebido com um fluxo de aprovação, definindo os critérios para aprovar cada sugestão.

É importante ser objetivo nesse ponto, para evitar que as ideias sejam influenciadas por afinidades, opiniões ou características dos colaboradores.

Quem está começando pode usar o ROI como um dos critérios, mas organizações com muitas propostas podem se concentrar no retorno do programa como um todo, e não de cada ideia específica.

É uma forma de reduzir as barreiras, e testar mais possibilidades, sem comprometer o caixa da empresa.

Por falar em caixa, também é importante definir o investimento que será atribuído ao programa e como os recursos serão distribuídos entre as ideias.

Você pode trabalhar com níveis, mantendo um pequeno orçamento para testar sugestões e aumentando o valor conforme elas geram resultados.

Quais as recompensas?

Um bom programa de ideias requer quantidade, e para obtê-la será preciso estimular a participação dos colaboradores.

Pense em como eles serão recompensados, criando um sistema que retribua tanto as ideias geradas quanto as bem sucedidas.

Conclusão

Construir um mapeamento de ideias eficiente significa gerenciar diversos elementos: objetivos, participantes, as propostas em si, as recompensas e o fluxo de aprovação.

Manter tudo sob controle requer ferramentas apropriadas, ou todo o esforço vai resultar apenas em ideias que ninguém sabe onde foram parar.

O AEVO Innovate foi desenvolvido pensando nisso, e tem como base as etapas que acabamos de descrever.

É um software ideal para gerenciar seu mapeamento ou programa de ideias, integrando os colaboradores, estimulando o fluxo de inovação e garantindo que as propostas se tornem resultados concretos.

Você pode solicitar uma demonstração gratuita para saber como ele funciona na prática, adequando-se à realidade da sua empresa para criar um modelo de inovação constante, capaz de gerar produtos, serviços e processos cada vez melhores.

Livia Nonato

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), atua na área de marketing, content e SEO há quatro anos, tendo como principal foco a otimização para mecanismos de busca, gestão e crescimento dos canais de aquisição orgânico, performance e growth. Experiência e conhecimento em SEO para empresas B2B e produtos complexos. Atualmente, é analista de SEO na AEVO e aborda temáticas de inovação e tecnologia como redatora do blog AEVO.

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Livia Nonato

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), atua na área de marketing, content e SEO há quatro anos, tendo como principal foco a otimização para mecanismos de busca, gestão e crescimento dos canais de aquisição orgânico, performance e growth. Experiência e conhecimento em SEO para empresas B2B e produtos complexos. Atualmente, é analista de SEO na AEVO e aborda temáticas de inovação e tecnologia como redatora do blog AEVO.

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