Há alguns anos, pensar em inovação era algo muito próximo de olhar para cenários futuros, especialmente em relação à evolução tecnológica. Hoje, o mercado de inovação engloba todos os segmentos que de alguma forma desejam (ou melhor, precisam) se manter competitivos em suas frentes de atuação.
Em menos de 20 anos, a internet ”concretizou” um novo tipo de realidade que passou a ser vivida pelas pessoas e pelas empresas, intermediada por dispositivos móveis.
Durante o período pandêmico, entre o fim de 2019 e metade de 2023, aspectos como transformação e maturidade digital se tornaram fatores de sobrevivência para empresas de diferentes nichos.
Atualmente, falar em inovação é menos sobre ‘inventar a roda’, e mais sobre como encontrar formas eficientes de gerir recursos, engajar pessoas, otimizar processos e, principalmente, custos. É um ciclo que se retroalimenta, e as empresas que entenderam isso já incluem o fator inovação como diferencial estratégico na hora de estruturar seus negócios.
Neste artigo, vamos abordar a fundo o mercado de inovação, quais são os principais desafios vividos hoje pelas empresas, tendências e outros contextos que interferem diretamente na existência e permanência de empresas em cenários cada vez mais associados à crises e instabilidades globais. Siga a leitura.
O cenário de inovação no Brasil
No Brasil, os fatores que impulsionam a inovação são inúmeros, passando por melhorias de tecnologias já existentes, até o desenvolvimento de novas soluções, cada vez mais personalizadas para a necessidade de cada contexto (seja ele do próprio mercado de inovação, ou de empresas).
Felizmente, o cenário é promissor, já que o Brasil ocupa um lugar de destaque nas economias da América Latina que mais inovam, repetindo a conquista quando o recorte é global, por conta da sua participação no BRICS (IGI/2024).
Por um lado, isso representa uma atuação importante do país no cenário mundial, mas a percepção nem sempre é esta quando se olha para contextos micro.
Ainda existem muitos desafios da inovação no Brasil, ainda mais quando se fala em adoção de novas tecnologias, volume de investimentos e retorno prático para o mercado.
No contexto de empresas e mercado, ainda existe um conservadorismo para aderir tecnologias no protagonismo das operações.
Podemos considerar, ainda, o constante destaque do Pix como modelo reconhecido internacionalmente. A solução criada pelo Banco Central do Brasil, e lançada em meio à pandemia em 2020, hoje desponta como principal meio de pagamento e transações financeiras realizadas no país, ampliando sua presença para outros países no mundo.
A inovação como resposta à crise
O Pix pode ser usado como exemplo de inovação em tempos de crise, embora a sua origem tenha se dado bem antes do contexto da pandemia. Mas a sua implementação bem no meio de uma das maiores crises globais recentes, demonstra como a inovação tem relação direta com respostas mais inteligentes em contextos difíceis.
A pandemia é um exemplo atípico e extremo, mas se considerarmos a própria forma como os mercados se transformaram nos últimos 15 ou 20 anos, a inovação também se afirma como resposta das empresas a novos contextos.
Inovar requer desenhar e exercer a capacidade de adaptação, seja ela de imediato, ou prevendo mudanças que vão ter impacto de médio e longo prazo.
Além disso, organizações que recorrem à inovação ganham mais flexibilidade na forma como realizam a gestão de seus negócios, diminuindo os riscos para o core da empresa.
Um outro exemplo é a Coca-Cola, que apostou nos últimos anos em reformular e dar destaque para a sua versão ‘Zero’, entendendo uma mudança de comportamento das novas gerações.
Na prática, buscaram entender como seria possível sobreviver no mercado, frente a um público consumidor que indica preferência por produtos e hábitos mais saudáveis. Junto a isso, como alinhar objetivos de produtividade, uso de recursos e inovação, em meio a outros vários desafios.
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Gestão da inovação: o que é, qual o papel e os 4 pilares
A resiliência do setor de inovação
Em comparação com outros países e mercados, o Brasil ainda não investe o que poderia ser considerado ideal em inovação. Isso parte da própria estrutura de fomento à pesquisa e programas de incentivo associados às universidades, como a um certo ‘fechamento’ do próprio setor para outras áreas do conhecimento.
Para muitas empresas, investir em inovação ainda acaba sendo algo pontual, o que impacta diretamente na continuidade de programas de PD&I, e portanto nos resultados possíveis a longo prazo.
Muitas vezes, esse investimento é realizado já em cima de um MVP, que apresenta um potencial de resultados estratégicos para a empresa.
Além disso, inovar exige uma mudança no posicionamento empresarial, que engloba a estrutura e cultura organizacionais. Ou seja, a mentalidade de gestores, quadro de funcionários e a própria dinâmica de funcionamento do negócio devem estar alinhadas com o propósito de inovação, algo que nem todas as empresas aderem com facilidade.
O que dizem os especialistas da AEVO sobre o mercado de inovação?
Os especialistas da AEVO visualizam nas crises e mudanças do mercado de inovação, verdadeiras oportunidades para que as empresas saiam mais fortes, resilientes e competitivas.
Alex Ribeiro Júnior, CEO Brasil da AEVO, desenvolveu um artigo em seu perfil do LinkedIn, que analisa o atual panorama da inovação no Brasil, baseado em anos de experiência a frente de projetos de inovação para grandes empresas, que são clientes da AEVO.
Confira a íntegra do conteúdo abaixo:
Crises expõem. Revelam o que há de sólido – e o que era só espuma.
Nos últimos anos, o mundo corporativo passou por um verdadeiro teste de estresse. Pandemia, inflação, escassez de insumos, juros estratosféricos, tensões geopolíticas. Em meio ao caos, muitos executivos apertaram o botão de “modo sobrevivência”. Cortes de orçamento, congelamento de projetos e foco total no operacional.
Mas… e a inovação?
Muitos a trataram como luxo. Outros, como estratégia. A diferença entre esses dois grupos? Os resultados que vieram depois.
Por isso, este artigo não é sobre resistir. É sobre navegar. Entender como empresas bem-sucedidas conseguiram manter a inovação viva — mesmo com ventos contrários — e o que podemos aprender com elas.
Inovação na crise: cortar ou redesenhar?
Segundo a McKinsey, apenas 25% dos líderes priorizaram crescimento durante a pandemia, contra 60% em tempos estáveis. A maioria optou por proteger o core, deixar as apostas de lado e esperar a tempestade passar.
Só que a história mostra outra coisa: empresas que mantêm a inovação viva em tempos difíceis crescem até 30% mais na recuperação. É o caso de players como Nubank, Magazine Luiza, Pfizer, Embraer e tantos outros que decidiram agir enquanto outros recuavam.
Não se trata de inovar apesar da crise, mas por causa dela.
O que fazem os inovadores antifrágeis?
Empresas resilientes (ou melhor, antifrágeis) não apenas resistem, mas crescem sob pressão. Elas seguem alguns princípios-chave:
1. Inovação Frugal (faça mais com menos)
Inspiradas no conceito indiano de jugaad, empresas em crise eliminam o supérfluo e criam soluções simples, baratas e eficazes. Embalagens mais enxutas, produtos redesenhados, apps minimalistas. O foco? Velocidade, custo e impacto imediato.
Menos glamour, mais engenhosidade.
2. Eficiência como motor de inovação
Automação, digitalização, lean thinking. Inovação voltada para dentro da casa: cortar desperdícios, aumentar produtividade e liberar recursos para o que realmente importa. Uma forma silenciosa (mas poderosa) de inovar.
3. Portfólios mais inteligentes, não menores
Redesenhar o portfólio de inovação é vital. Tirar o pé das apostas longas faz sentido. Abandoná-las por completo, não. Empresas ambidestras sabem equilibrar o hoje com o amanhã (exploram o core sem abandonar a exploração).
4. Transformação digital como tábua de salvação
Durante a pandemia, 97% das empresas aceleraram sua digitalização. O digital virou pré-requisito para existir, não apenas crescer. De vendas online a RPA e IA no backoffice, quem não tinha estrutura digital sofreu (e correu atrás).
“Digitize to survive” nunca fez tanto sentido.
5. Parcerias pragmáticas e orientadas a valor
A era da inovação aberta glamourosa deu lugar à colaboração com propósito. O case Pfizer + BioNTech (vacina mRNA em tempo recorde) mostra o poder das alianças bem calibradas. Compartilhar risco, custo e velocidade nunca foi tão estratégico.
6. Cultura que não paralisa com o medo
Sem cultura de inovação, não há estratégia que sobreviva. Empresas que enfrentaram a crise de frente mantiveram segurança psicológica, premiaram ideias internas e deram autonomia para times encontrarem respostas. Engajaram para inovar.
7. Medição e resultados como linguagem comum com a liderança
Iniciativas inovadoras que sobrevivem à crise têm algo em comum: mostram resultado rápido e falam a língua de quem toma decisão.
Em ambientes de escassez, não basta ter uma boa ideia — é preciso provar valor. Empresas antifrágeis monitoram o impacto das inovações continuamente, com foco especial no curto e médio prazo. São métricas claras, acionáveis e orientadas a negócios:
- Quanto reduziu de custo?
- Quanto otimizou de tempo?
- Qual o ganho incremental de receita?
- Quanto aumentou a satisfação do cliente?
Esse olhar pragmático permite sustentar a inovação mesmo em contextos avessos a risco. Projetos que mostram ROI visível ganham fôlego. Já os que seguem indefinidos ou com benefícios difusos são naturalmente reposicionados ou encerrados.
Mais do que nunca, inovar é também saber justificar cada passo com dados tangíveis. Essa disciplina de medir e reportar transforma a inovação de aposta em evidência, de centro de custo em vetor estratégico.
Continue aprendendo: ROI de inovação: como calcular o sucesso da inovação
Brasil: criatividade como reação instintiva
No Brasil, inovar em tempos difíceis é quase questão de sobrevivência. Altos juros, burocracia e instabilidade política criam um ambiente hostil à inovação de longo prazo. Ainda assim, empresas como MRV, Embraer, Boticário, Whirlpool e Petrobras reinventaram processos, digitalizaram jornadas e apostaram em novos modelos, muitas vezes com poucos recursos.
É o “jeitinho” elevado à potência estratégica.
A inovação frugal se tornou aliada. A criatividade virou ativo. E a colaboração, alavanca. Mesmo com recursos escassos, 68% das empresas brasileiras inovaram em 2022 (IBGE), e mais de 1/3 o fizeram em parceria.
Inovar em crise: lições de quem fez acontecer
- Ford e GM converteram fábricas para produzir respiradores em semanas.
- Magazine Luiza transformou autônomos em afiliados digitais durante o lockdown.
- Nubank entrou na telefonia em plena recessão, aproveitando a insatisfação com os incumbentes.
- Embraer seguiu investindo em elétricos e eVTOLs no olho do furacão.
Essas empresas não esperaram o mercado melhorar. Elas criaram o próprio ciclo de recuperação.
A inovação não é um custo. É um caminho.
Cortar toda inovação em tempos difíceis é como jogar fora a bússola no meio da neblina. As crises não são interrupções do jogo (são o jogo). E nesse jogo, quem inova sai na frente.
E mais: inovar não basta — é preciso provar. Em momentos de restrição orçamentária, a capacidade de medir e reportar resultados concretos (especialmente de curto e médio prazo) torna-se ainda mais crítica. Iniciativas sem ROI visível perdem espaço. Já aquelas que entregam valor mensurável (seja redução de custo, aumento de produtividade ou ganho rápido de receita) ganham tração e confiança da liderança.
A pergunta que fica para líderes e inovadores é simples: Você está apenas defendendo o core ou preparando a virada?
Panorama e tendências atuais no Brasil
Para entender melhor esse tipo de impacto no presente e futuro das empresas, vamos olhar para as tendências no mercado de inovação.
Sabemos que hoje, fatores como automação e uso de ferramentas de inteligência artificial estão fortemente impactando negócios dos mais variados setores, embora os resultados ainda não sejam os mais claros.
Avanços digitais e adoção tecnológica
Estar na internet (e da forma correta), deixou de ser um complemento, para se tornar uma necessidade para negócios. Até as indústrias mais segmentadas contam com um site publicado, e investem em estratégias digitais, o que permite um direcionamento mais eficaz da comunicação com seu público-alvo.
Usar tecnologia não é mais inovação e, sim, parte essencial para negócios funcionarem de formas mais produtivas. Mas a inovação pode sim ter um papel em como escalar a atuação de uma empresa para um novo segmento, ou maximizar os resultados internos, a partir de uma análise profunda da produção, e suas oportunidades de melhoria.
Barreiras estruturais como capital humano e políticas públicas
Se por um lado a tecnologia avança do dia para a noite, do outro existe a barreira de encontrar profissionais habilitados para atuar nessas frentes de inovação.
No contexto brasileiro, muitos estão já posicionados em cargos relevantes, mas fora do país, onde essas habilidades são amplamente reconhecidas pelo mercado, já há algum tempo.
Relacionado a isso, estão as políticas públicas, que cumprem justamente o papel de atrair e reter esses talentos dentro do país, de forma que centros de pesquisa, e as próprias empresas, tenham mais competitividade com o mercado internacional.
Parcerias público-privadas e outros tipos de fomento têm conseguido, aos poucos, realizar esse movimento com eficácia.
Saiba mais: Quais as principais fontes de financiamento para inovação?
Reconhecimento internacional e desafios culturais
Internacionalmente, locais como o Vale do Silício e as universidades chinesas recebem uma projeção pelo alto volume de inovações que desenvolvem ano após ano.
No Brasil, muitos exemplos de inovação recebem destaque, não só nos contextos industriais, mas ainda não conseguem atingir o mesmo nível de reconhecimento global.
Isso impacta em uma maior dificuldade de inserir projetos em mercados multinacionais, vender propostas dentro de editais de incentivo abertos por empresas e no olhar ainda pouco curioso de empresas de fora para o setor brasileiro.
Uma vez que ainda é mais vantajoso atrair esses talentos para outros países, as empresas acabam não tendo o mesmo esforço de investir em projetos iniciados no Brasil.
Modelos estratégicos de inovação
Dentro do mercado de inovação, as empresas recorrem a alguns tipos de modelos estratégicos que permitem executar esses projetos, alinhados a seus objetivos. Isso serve tanto para aprimorar estruturas e dinâmicas internas (foco em melhoria contínua), como desenvolver respostas mais rápidas e inovadores, por exemplo criando novas soluções e até mesmo novos mercados (principalmente envolvendo serviços).
1. Tríplice Hélice da Inovação
Um dos principais exemplos é o modelo hélice tríplice. Ele consiste na colaboração entre o Estado (governos), indústria e centros de pesquisa (principalmente universidades), com o objetivo de potencializar o desenvolvimento da inovação.
A principal vantagem desse modelo é justamente criar e fortalecer um ecossistema que gera empregos, retém talentos e resulta em projetos de grande retorno para as empresas.
Além da contribuição sócio-econômica, o modelo também incentiva o aspecto empreendedor, algo bastante visível no contexto de startups e outros modelos de negócio segmentados.
Os incentivos fiscais retornam em aquecimento da economia, e na própria valorização de talentos que ganham projeção dentro do país.
2. Inovação aberta
Com gancho no modelo anterior, a inovação aberta é justamente o modelo que atribui uma colaboração entre uma empresa e parceiros externos (como startups, empresas e instituições). Isso permite que alguns processos sejam acelerados, uma vez que os parceiros contam com recursos de desenvolvimento ágil de projetos de inovação, otimizando a entrega de inovações através de uma priorização e execução estratégica.
Outro benefício do modelo é a troca de ideias. Algo que está sendo pensado dentro de uma empresa, pode já estar na etapa de execução de protótipo em uma universidade ou empresa de menor porte. Com isso, maiores são as chances de sucesso da inovação, com forças somadas, principalmente no aspecto orçamentário e acesso a recursos essenciais.
3. Uso de recursos da Lei do Bem
Muito usada como recurso para empresas que investem em pesquisa no Brasil, a Lei do Bem (Lei 11.196/2005) atribui incentivos fiscais justamente para fomentar o setor de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Ela define a forma com que investimentos privados são direcionados para inovações tecnológicas, deduzindo valores das empresas participantes no Imposto de Renda.
Uma vez que os recursos financeiros estão entre os principais motivos de descontinuidade de projetos de pesquisa e inovação no Brasil, a Lei surge como uma vantagem de mão dupla para os envolvidos.
Pesquisadores, que conseguem alavancar seus projetos de forma estruturada e com aplicações práticas, e empresas, que acabam tendo um retorno do que seria pago em impostos, de forma lucrativa e contribuindo socialmente.
4. Investir em inovações incrementais e melhoria contínua
Por fim, o modelo de inovação incremental atua menos nas inovações macro, e mais em como otimizar algo que já funciona de forma produtiva.
É um modelo que anda lado a lado com práticas de melhoria contínua, buscando maximizar o retorno de investimentos em ferramentas (muitas delas tecnológicas), uma vez que sua eficiência consegue ser aprimorada.
O impacto acaba sendo na própria cultura empresarial, onde a criatividade por usar recursos de forma diferente do esperado, com foco em melhoria, é estimulada. A médio e longo prazo, surgem soluções colaborativas e que conseguem antecipar problemas de gestão antes mesmo que eles sejam identificados em uma crise.
Como o mercado pode se preparar para inovar estrategicamente?
Agir de forma estratégica é o passo primordial para que uma empresa consiga se manter competitiva frente a mercados cada vez mais complexos.
Inovar pode ser justamente mudar a forma como o mapeamento de oportunidades é feito, de forma que o negócio esteja sempre preparado para responder à mudanças de contextos internos e externos.
É essencial que haja investimentos, não apenas em inovação estratégica, mas na própria qualificação de profissionais. Isso envolve o olhar para colaborações, como nos modelos apresentados, e também em estruturar iniciativas que estimulem o pensamento inovador nos times, seja qual for a hierarquia.
Fortalecer a cultura de uma empresa também passa por entender as forças e potenciais do mercado brasileiro, apostando em parcerias estratégicas, e reconhecendo quem, futuramente, pode vir a ser a mente por trás do projeto de inovação que pode impulsionar o negócio para um patamar nunca antes visto.
Como a AEVO tem apoiado seus clientes?
Diante de todas as mudanças macro e micro que estamos presenciando nos mercados, é inegável que inovar se tornou um núcleo estratégico nas empresas. Desde a estruturação de um novo produto ou serviço, até o reposicionamento no mercado, é essencial entender e atuar no escopo de inovação alinhado ao objetivo do negócio.
Mas as empresas não precisam fazer isso sozinhas, evitando o desespero de não ter times de gestão altamente capacitados para atuar com foco em inovação, ou alocar recursos de forma inteligente e estratégica. Para isso, a AEVO possui um amplo portfólio de ferramentas para a gestão estratégica da inovação, e também serviços de consultoria com entregas personalizadas.
Na etapa inicial, tudo é mapeado para entender exatamente o contexto do negócio em relação ao seu mercado, e oportunidades competitivas, personalizando soluções que potencializam o planejamento estratégico.
A integração com outras ferramentas e mapeamento de processos permite que isso seja feito conforme a maturidade da empresa, em paralelo com ações de criação e fortalecimento da cultura de inovação.
Conclusão
O mercado de inovação é dinâmico e carrega consigo as influências das movimentações financeiras, tecnológicas, estruturais e da cultura corporativa.
O momento atual nos aponta que as empresas estão em uma busca, cada vez maior, por eficiência operacional, melhoria contínua e ROI validado. Para isso, é fundamental contar com expertise e ferramentas dedicadas ao processo inovador, que possam suportar a estruturação, gestão e acompanhamento de resultados estratégicos.
Nesse cenário, as organizações podem contar com a AEVO.
A AEVO é uma plataforma completa de gestão da inovação corporativa, que conta com a confiança de mais de 400 empresas do Brasil e do Exterior.